Ser mãe é reviver o papel de filha

Analisar e refletir a própria história como filha é de suma importância para que se desenvolva uma maternidade sadia, sem o aprisionamento de modelos.
A verdade é que não nascemos mães, nos tornamos uma. Mas como construímos esse papel? Quando a mulher vivencia o papel de mãe, há um processo de “identificação” com algum modelo, geralmente essa identificação acontece com o papel mais familiar para cada uma de nós – a nossa própria mãe ou a pessoa que exerceu essa função.

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